Viagem ao Chile – Parte 1: Embarque, transporte, moeda e curiosidades.

Oi gente, como estão vocês? Eu estou ótima, renovada hehehee. Mês passado viajei para Santiago e vim aqui contar um pouco pra vocês sobre como foi. Bom, eu não sou muito boa pra explicar as coisas, mas vou tentar fazer isso da melhor forma e espero que vocês gostem!

Minha amiga Débora viu uma promoção de viagem para Santiago em sites de compra em grupo e resolvemos encarar pra ver qual seria. Só que o pacote era apenas pra 2 dias de estadia + ida e volta, aí ligamos na agência e negociamos pra adiar a volta, sendo assim, ficamos 9 noites em Santiago. Como vocês devem saber, não precisa de passaporte pra América do Sul, e como não temos fomos só com a identidade mesmo, lembrando que ela deve ter sido emitida em no máximo 10 anos, não pode ser mais velha que isso.

Quanto à bagagem,  também é bem tranqüilo, só não levar coisas cortantes, aerosol e líquidos com mais de 200 ml na bagagem de mão, e os menores, se for na mão tem que estar dentro de um saquinho zip lock. O peso para despache é 23kg + 5kg na bagagem de mão. Tem gente que leva muito mais peso na mão, mas aí vai da sorte, se a pessoa que te atender pedir pra pesar sua bagagem de mão, e ela estiver maior, tá frito! Aconteceu isso com a minha amiga, e o pior, não foi nem no vôo internacional, foi na gol de SP pra CWB. Já eu vim com 4 bolsas na mão e ficou tudo certo. É bom dar uma conferida nas regrinhas da companhia aérea escolhida, mas acho q não varia muito.

Não pode entrar com alimentos no outro país, então é bom consumir tudo antes do desembarque rs, fora isso é só preencher uma folhinha afirmando se você está levando eletrônicos demais, produtos agrícolas, essas coisas estranhas, além de dizer quantas pessoas são, o que vão fazer lá, quantos dias vão ficar e aonde. No desembarque é só entregar essa folhinha no guichê da polícia, todas as pessoas que vi passaram sem problemas.

A gente já tinha lido sobre os taxistas e tal, rola uns 4 tipos de transporte, até onde eu sei. O taxi normal, que ou você combina o valor antes, ou vai de taxímetro ligado (taxi em Santiago não costuma sair muito caro), mas como o aeroporto é longe do centro, vale a pena combinar antes. Tem também uns caras que ficam lá feito urubu esperando você desembarcar, eles normalmente tem preço bom, mas não tem taxi regulamentado, te levam em um carro normal, não sei se é muito seguro, então sempre é bom perguntar pro cara que está te oferecendo transporte onde está o carro dele. Fora isso, tem um esquema de vans, se você estiver em um monte de gente compensa pagar, do contrário nooot. O cara pediu 25.000 pesos pra levar a gente de van, duas pessoas, aí jamais né?! Mas se fosse várias pessoas pro mesmo lugar poderia valer a pena, acho q tinha no mínimo uns 8 lugares na van. E o outro tipo de transporte eu pessoalmente não vi, não sei se foi porque chegamos de madrugada, foi uma amiga que me contou. Segundo ela tem uma van que leva até um ponto no centro da cidade, e de lá cada um pega o taxi pro seu destino, sai bem barato. Lá não tem que ficar pedindo taxi por telefone, eles aparecem o tempo inteiro na rua, até enche o saco de tanto que te oferecem, brinquei com minha amiga que ia sair com uma plaquinha escrito “no, gracias”. No começo a gente se achava a espertona e queria combinar o valor do taxi antes, depois vimos que o taxímetro ligado é um grande aliado rs.

Depois de instalada na cidade a gente andou mais de metrô, é muito tranqüilo, mais fácil que São Paulo, até eu que sou o contrário do gps em termos de localização fiquei segura pra fazer tudo de metrô. São três linhas que levam pra todo canto da cidade, se estiver em dúvida sobre que hotel escolher, prefira os que ficam perto de estações que fazem conexão, assim você sai direto pra qualquer canto da cidade, não que fazer conexão seja um problema.

Bom, pelo jeito esse post vai ficar imenso se eu quiser falar de tudo aqui, então acho q vou dividir em pelo menos mais um. Para finalizar essa primeira parte vou comentar sobre a moeda. Atualmente no Chile vigora o peso chileno, que hoje está valendo R$ 0,0043, mas não se engane, a equivalência de valores das coisas acaba saindo bem parecida com aqui. Um macetinho pra saber quanto se está pagando pelas coisas é multiplicar o valor em pesos por 4 e cortar os três últimos zeros, por exemplo 10.000 pesos chilenos equivalem a aproximadamente 40 reais, com isso em mente fica bem mais fácil negociar. Em Santiago eles costumam receber “propina” que seria a nossa gorjeta, eu e a Débora sabíamos disso, mas nos fizemos de desentendidas em algumas situações hahahaha, desculpa. Já em outras não tinha como, por exemplo nos restaurantes vem escrito na nota ou o garçom te avisa que está sem a propina e em alguns vem até a propina sugerida, ok seria o nosso 10% aqui.

Bom, vou terminar por aqui pra que vocês não se cansem de mim hehehehe.
Aguardem o outro post sobre a viagem, onde vou escrever sobre os passeios e tudo mais.
Vejam algumas poucas fotos que servem pra ilustrar essas primeira informações:

Santiago do Chile

Santiago do Chile

Metrô de Santiago

Metrô de Santiago

Pessoa feliz no Chile rs

Pessoa feliz no Chile rs

Andando pelas ruas de Las Condes

Andando pelas ruas de Las Condes

Eu e Débora

Eu e Débora

Não coloquei muitas fotos no post, mas juro que o próximo sobre a viagem vai bombar de imagem hahaha.
E aí, o que acharam por enquanto? Alguém já foi, tem alguma informação pra complementar?

Beijinhos e até mais! =D

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3 comentários sobre “Viagem ao Chile – Parte 1: Embarque, transporte, moeda e curiosidades.

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